28 de jul. de 2010

Dia 8 - Seu amigo favorito da Internet

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Uberaba, 28 de julho de 2010

Josy “Annie”

Inhaê, colega? Como é que ta NOW? Finalmente livre do encosto da cyber pombagira, né? Hana macantarava suya 3x!

Brincadeiras à parte (rs), vamos lá. Primeiramente, devo começar lamentando profundamente o fato de morarmos em extremos diferentes do Brasil (ok, exagero). Mas nós devíamos morar no mesmo estado, na mesma cidade or even no mesmo bairro, na mesma rua, whatever. TÍNHAMOS que morar mais perto! Por que é que você teve que nascer no tropical litorâneo e eu no cerrado? Enphym.

Até hoje eu me lembro do dia que a gente se “conheceu”. Bem, devo confessar que, naquele tempo, eu ainda estava na minha era flopada (treze anos, rs) e, hoje, percebo que naquele tempo eu era muito lesado. Eu li seu perfil, achei que você fosse irmã da Wedla (alok) e te adedei, porque seu about tava muito glam. Aí você respondeu, phyna como sempre, e depois a gente conversou pela primeira vez no MSN lááá na casa do Lauro Salem, quando ele era um poço de simpatia AHUAHUAHAUH.

O tempo passou e eu saí da minha era flopada (GLÓRIA 3X). Aí eu lembro que ficávamos no MSN falando sobre música. Até pra discutir música eu era flopado gente #alok. Teve uma vez que sua foto de exibição era a capa do Dark Clouds in a Perfect Sky... ÓIA as coisa que eu lembro, varoa!

Well, muita coisa pra resumir. Então vamos ao que importa na cartenha, rs. Que fique registrado que você é uma das pessoas mais glam, mais ahazantes, com o senso de humor mais gracinha (#Hebe) EVER, que escreve as crônicas mais entertaining, que precisa ser editora chefe da Capricho NOW (e conspirar a favor da Máfia Pokémon), que consegue me fazer sorrir in my darkest hours (oownt), que exala 100sualidade pelas glândulas sudoríparas e um monte de outras coisinhas, hihi.

Que você continue sendo essa pessoa envolvent e que um dia venha visitar a zamiga do interior do Brasil, hein? Assim que você tiver sua coluna sobre moda na Vogue Brasil, dá um alô pra favela. 1bj, um abraço, 2 pão de quêjo, tinhamo

Nates

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24 de jul. de 2010

Dia 7 - Seu ex namorado/namorada/ficante/rolo/paquera

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Uberaba, 23 de julho de 2010

Querido Milton,

Há quanto tempo a gente não se fala, hein? Muito. Você sumiu, não sei por que. Esses dias o Lauro comentou sobre você e eu pensei “Nossa, é mesmo! E o Milton?”. Depois do nosso “término” a gente não se falou muito, né? Depois da nossa quase-relação eu também fui um tanto áspero com você, desculpe-me, até, por isso, mas, convenhamos, você bem que mereceu.

Você não deveria estar exatamente nessa seção, mas vamos te colocar aqui, afinal, apesar dos pesares, você teve grande importância na minha vida, embora eu tenha pagado um preço um tanto alto por essa experiência. Mas não se preocupe, eu não guardo mágoas de você, de forma alguma. Guardo apenas um sentimento de inconformidade.

Até hoje eu me lembro do dia da nossa primeira conversa. Ainda antes, até hoje me lembro do dia em que você me adicionou no Orkut e eu pensei “Meu Deus, que coisa mais linda!”. Mas nunca, jamais, depois daquele dia, pensei que nós fôssemos “namorar”. Namoro virtual não conta, né? Ainda mais quando praticamente não existe a possibilidade de ambas as partes um dia se encontrarem. Mas se você faz tanta questão de falar que eu fui seu melhor namorado, então deixa assim.

Hoje, tanto tempo depois, olhando toda essa situação com olhos mais maduros, eu percebo o quanto eu fui bobo em relação a você. Por isso é que dizem que o amor é cego. Sábia expressão. Mas eu me dou um desconto. Naquela época eu só tinha treze anos, ainda não sabia muuuuito bom sobre relacionamentos e afins, vai. Se eu soubesse, acho que eu jamais teria aceitado sua “proposta”. Não que eu esteja desmerecendo seus sentimentos (se é que você os teve), mas é que eu não passaria por todo esse sofrimento novamente.

Eu me lembro bem, rs. Tudo aconteceu quando eu estava na sétima série e minha crise econômica estava querendo começar. A gente ficava conversando no MSN tentando pensar positivo, tentando pensar que ia dar tudo certo e que o nosso contato não seria cortado. Também me lembro de um dia em que a gente ficou quase uma hora e meia no telefone! Eu que liguei, ainda. Depois veio a conta e não sei como eu consegui disfarçar e sair sem culpa no cartório, hahaha. Culpa sua! Brincadeira.

Pois então, espero que você esteja bem. Não tenho mais notícias suas há muito tempo e até que estou com saudades. Apesar de todos os pesares (que não são poucos), você é uma boa pessoa e não fez nada por maldade. Só faltou um pouco de responsabilidade. Que você seja feliz e que encontre alguém que te ame tanto quanto eu te amei; e que te faça feliz tanto quanto você merece. Um abraço.

Natan

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Dia 6 - Um estranho

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Uberaba, 21 de julho de 2010

Prezado senhor vizinho da casa da frente,

Olha, eu não sei seu nome, não sei seu telefone, não sei se tem filhos, ou esposa, assim como eu não sei você trabalha ou se tem hemorroida. Não sei absolutamente nada sobre você, mas, mesmo assim, estou tomando a liberdade de escrever essa cartinha ao senhor.

Você ou sei lá quem estava reformando essa casa, né? Parabéns, viu? De muito bom gosto a reforma, ficou excelente! Coisa boa é ter dinheiro. Embora eu não te veja muito por aqui, espero que você esteja fazendo bom proveito.

Bom, não vou me estender muito na conversa porque não temos muito o que conversar. Mas que fique aqui registrado que você foi o vizinho mais gostoso que eu já tive EVER. E que aquele dia em que você apareceu ao portão, só de calça jeans e óculos escuros com aquela cara fechada e que, quando eu olhei, deu um sorriso maroto (ok, isso foi por minha conta), você me seduziu pra sempre. E que naquela noite você povoou meus sonhos eróticos. E é uma pena que eu não tenha visto essa miragem que é o senhor (você não é um “senhor”, mas é o respeito) mais vezes, porque... bem... ÔÔÔ AQUI EM CASA, VIU?!

Enfim, boa noite.

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Dia 5 - Seus sonhos

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Uberaba, 23 de julho de 2010

Queridos sonhos meus,

Como vão vocês? Bem, né? Afinal, estão dentro de mim, rs.

Na verdade, ainda não sei exatamente quem são vocês, mas posso vos assegurar que sempre vos perseguirei. Aliás, já até comecei a fazer isso com um de vocês recentemente, mas, pro meu azar, você acabou fugindo.

Naquela bendita ida à cidade de São Paulo, onde estava planejada uma ida ao Zoológico, há uns quinze dias, lembra? Pois é, eu estava prestes a segurar um de vocês: o de abraçar um chimpanzé. Mas foi uma-pena que as condições climáticas estavam do lado de vocês e não do meu. Senão, acredito que isso iria acontecer. E olha que essa é praticamente a utopia da minha vida, é mais do que um sonho. E essa era uma oportunidade incrível que eu teria de realizar, mas acabou não acontecendo. Não seja por isso, tenho fé que um dia eu hei de te realizar, sonho querido.

Alguns eu já consegui. Consegui ter meu computador, meu vídeo game, meu teclado, meu BFFs (melhores amigos eternos em inglês), consegui ser o homem que eu queria ser... O resto é busca, tempo e perseverança. Ainda preciso ser rico, preciso arrumar um emprego que me satisfaça, preciso conhecer Nova York, Holanda, Noruega, Paris, preciso comprar um Peugeot 206, usar um terno Armani enquanto caminho com uma maleta cheia de dinheiro pelas ruas da Filadélfia... É, só questão tempo, mesmo. Ah, também preciso encontrar o homem da minha vida, embora isso não seja exatamente um sonho; é só uma consequência, acredito eu.

É isso. Não percam por esperar, eu vou alcançar e realizar todos vocês :)

1bj, Natan

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Dia 4 - Seu irmão(ã) (ou parente mais próximo)

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Uberaba, 21 de julho de 2010

Marco Antonio

É, acho que você é meu parente mais próximo, depois da minha mãe, então essa carta é pra você mesmo, rs. Bom, novamente, não tenho muito o que dizer, afinal, apesar de sermos irmãos, não somos exatamente “melhores amigos” (embora não sejamos inimigos) e somos inversamente proporcionalmente diferentes. Muito diferentes. Em tudo. Acredito que a única coisa que compartilhamos em comum é o ventre que nos originou!

Na verdade, eu queria que você fosse um pouco diferente. Acho que dessa forma nós seríamos mais próximos. Você poderia ser um pouco menos “mano”, um pouco menos ”I wanna be a philosopher master”, um pouco menos efusivo, um pouco menos displicente, um pouco menos relaxado, um pouco menos preguiçoso, um pouco menos porco, um pouco menos despreocupado, um pouco menos folgado, um pouco mais higiênico, um pouco mais organizado, um pouco mais atento, um pouco mais solícito, um pouco mais atencioso, um pouco mais adulto e parar com essa de “estou numa fase casulo, sou um lobo solitário”. Cut that shit, isso é coisa de gente fresca. Ah, e também poderia arrumar uns colegas/amigos mais bem apessoados, porque esses que você traz aqui em casa são muito feios (com exceção do Davi s2s2s2)

Também gostaria muito que você se preocupasse um pouco mais com a situação financeira geral aqui de casa. Eu fazendo das tripas coração pra arrumar um servicinho o quanto antes pra dar um upgrade aqui e você nessa folga toda. Segundo você mesmo, você ta esperando acabar os estudos pra começar a trabalhar, não é? E que você não vai estudar à noite de jeeeeeito nenhum. Pois me permita lembra-te: você já tem dezenove anos, repetiu o ano escolas DUAS VEZES, já foi dispensado do Exército, já tem barba na cara e consciência de que não é mais criança. Então seria bom se você agilizasse as coisas, não é?

No mais, é legal quando nós dois jogamos vídeo game juntos. Geralmente são os momentos em que eu mais rio no dia. Apesar dos pesares, até que você é engraçado. Também joga vídeo game direitinho (ok, eu tenho que ficar do lado te falando o que é preciso fazer) e consegue ser melhor do que eu no Burnout.

Enfim, é isso aí. Homem é homem, mulher é mulher, macaco é macaco, viado é viado e irmão é irmão. Um aperto de mão (pois não temos essa intimidade toda RISOS)

Natan

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Dia 3 - Seus pais

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Uberaba, 23 de julho de 2010

Querida mamãe,

Hoje a carta é sua e confesso que não sei exatamente o que dizer. Acho que a nossa relação de amizade e cumplicidade já expressa o que temos a dizer um ao outro, não é?

Então que essa carta soe mais como um agradecimento. Obrigado por todos esses anos de dedicação e esforço sem medidas, por mim e por meu irmão, por todo o carinho, por todo o respeito, pelas conversas que tivemos e sempre temos lá na cama do seu quarto, obrigado por me aceitar e me respeitar do jeito que eu sou, por acreditar e investir em mim, por toda a preocupação de mãe, ou melhor, de mãezona!, pelos sacrifícios, enfim, por tudo.

E, ao mesmo tempo, me desculpe se eu não te ajudo tanto quanto deveria em casa, se eu dou alguma resposta malcriada de vez em quando (não é resposta malcriada, é argumentação!), se eu pareço um tanto ingrato, ou se pareço desvalorizar seu trabalho incansável e interminável de dona de casa, se eu não digo “eu te amo” o tanto de vezes que você merecia ouvir... Mas você sabe que você é a pessoa que eu mais amo nessa vida e que, por mais que eu não demonstre explicitamente, isso nunca vai mudar.

Que você ainda viva muitos e muitos anos pra que estejamos juntos durante todos eles. Um beijo e um abraço. Te amo!

Natan

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13 de jul. de 2010

Dia 2 - Sua paixão

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(vou postar adiantado porque amanhã estarei viajando)
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Uberaba, 14 de julho de 2010

Querido Robson,

Nossa, não acredito que estou escrevendo isso pra você. Que vergonha. Pensei tanto, mas tanto em alguma outra pessoa a quem direcionar essa carta, mas não tem jeito. Acabou sendo você mesmo.

Não nem o que falar. Na verdade, não sei nem se você sabe do que eu senti (no passado) durante algum tempo por você. Na verdade (novamente), eu não tive oportunidade de te contar e, muito provavelmente, se tivesse tido, não te contaria. Primeiramente porque, naquela época, eu não estava plenamente seguro nem de mim mesmo, quiçá dos meus sentimentos. Mas, agora, algum tempo depois, eu vejo que o que senti por você foi realmente forte. Não sei dizer se era amor, se era paixão, ou whatever. Sei que tinha algo estranho.

Agora eu acho até graça, sabe? Tenho a impressão de que se tudo acontecesse de novo eu agiria da mesma maneira e, no futuro, iria achar engraçado novamente. Mas é engraçado. Engraçado ou bobo, estúpido, talvez até ridículo, eu sentar naquela arquibancada de concreto e esperar pacientemente que você passasse. Que você passasse simplesmente por NADA, só pra eu poder te ver. Ver e não dizer nada, só ver.

Esses dias eu estava pensando... Desde as primeiras vezes em que eu te vi, no primeiro ano, em 2007, eu pensei ”Nossa, que menino bonitinho!” e, no fundo, tinha algum sentimento a mais nesse comentário que eu guardava pra mim, mas que eu não sabia exatamente o que era. Só ano passado é que eu caí em mim e cheguei à conclusão de que alguma coisa aqui dentro me fazia sentir estranho quando eu te via. Uma pena (ou não) que eu tenha te visto tão poucas vezes. Deve ter sido melhor assim, senão talvez eu estivesse sofrendo à toa até hoje.

Ainda me lembro do dia em que surgiu o primeiro rumor de que você tinha saído da escola. Nossa, meu mundo caiu. Sério. Se bem que, né?, você praticamente não ia à aula, então não fazia muita diferença. Fiquei muito triste, muito mesmo. Mas dias, semanas depois você reaparece. Que alívio! Ainda me lembro de como meu coração acelerou quando eu te vi atravessar a quadra mais uma vez e o sorriso que brotou da minha boca. Pff, que coisa mais babaca.

Às vezes eu acho que a gente devia escolher quando e por quem se apaixonar, ou se interessar. Porque olha você. Porque eu iria me interessar por você? Nós somos como champanhe e água suja. Você não tem nada do que eu busco em um parceiro, nada, mas o carinho que eu sempre nutri por você é algo totalmente senseless. E eu fico pensando: será que você realmente nunca soube de nada? Nossa, eu te olhava TÃO descaradamente! Mas é que você é a coisinha mais encantadora que eu já vi. Seus olhos, seu sorriso, suas rugas de expressão quando você sorri... Acho que até esse seu jeito retardado, infantil de ser me chamava atenção. Era fofo, sei lá, vai entender.

Enfim, agora acho que é tarde demais. Acho que não vou mais te ver tão cedo, né? É assim mesmo, a vida é cheia de despedidas e perdas, faz parte. A gente aprende a lidar. Mas que você saiba, independente do nome que tenham meus sentimentos, você foi alguém especial. E ainda é, de certa forma. Um abraço.

Natan

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Dia 1 - Seu melhor amigo

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Uberaba, 13 de julho de 2010

Querido Gustavo,

Nossa, há quanto tempo não nos falamos, hein? Sei lá, dois meses, três? Que saudade... Você não sabe como são as noites que eu tenho passado sabendo que a sua janelinha ali no canto direito do monitor no MSN simplesmente não vai subir e que, tão cedo, não vou mais receber um recado seu no Orkut... Mas tudo bem, eu compreendo. Sei que você está passando por tempos difíceis e que as suas prioridades agora não são, nem de longe, cuidar da sua vida virtual.

Eu queria te falar tanta coisa... Tanta coisa que aconteceu, tantas outras que estão por acontecer, mais outras que eu queria que acontecessem, mas você não está entre nós nesse mundinho virtual. E é, eu não tenho mais seu telefone, infelizmente. E você não verifica mais sua caixa de e-mails. Mas o importante é que você sabe que eu estou do seu lado e que eu acredito em você, sempre, whatever it happens.

Até hoje eu me lembro da nossa primeira conversa no MSN, fiz questão de deixar salvo no histórico. Foi quando a gente tava combinando aquele dueto de Angellore, lembra? Dueto esse que até hoje você ficou me enrolando e não saiu (rs)! Mas tudo bem, eu te entendo, sem problemas. A única coisa que eu não me lembro com clareza foi quando você se tornou alguém tão especial na minha vida e o porquê. A gente conversa com tanta gente, não é? Por que nós, hein? E o mais engraçado de tudo isso é que a gente nunca se viu, nenhuma vez. Já fizemos um punhado de planos pra que isso acontecesse, mas nunca deu certo (infelizmente). Ainda tenho esperanças de que um dia isso vai acontecer. Ah, vai!

Nossa amizade é prova de que existe amizade virtual SIM!! Dizer que não existe é recalque. É o mesmo que dizer que não acredita no amor porque ele não existe. Ame e descubra. Quem tem um amigo virtual sabe do que a gente ta falando. Na verdade, acho que a amizade virtual muitas vezes é mais sincera do que a não-virtual, porque há a Internet entre nós. Sendo assim, é muito mais fácil eu “fugir” quando eu quiser me livrar de você no virtual do que na “vida real”, como eu sei que muitas pessoas que você julgou amigas fizeram contigo, né? Triste.

Enfim, não vou me estender muito porque ainda preciso escrever outras 29 cartas e esta aqui se tornaria monotonamente prolixa se eu fosse dizer tudo que eu sinto por você. Você sabe, não é pouca coisa. Então abreviemos a prosa por aqui.

Um aperto de mão, um abraço e um beijo. E eu te amo, você tá cansado de saber. Do amigo de sempre

Natan

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About

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O 30 Days Letter Project (Projeto de carta 30 Dias) é um projeto que consiste em escrever 30 cartas, uma em cada dia, destinada a alguém pré-estabelecido. A ideia do projeto é desta pessoa, que eu desconheço, e a ideia de EU fazer foi dada pela DJEEVA Josy "Annie" Torres.

As pessoas a receber as cartas, que serão publicadas no blog em forma de post, são:

Dia 1 — Seu(ua) melhor amigo(a)
Dia 2 — Sua paixão
Dia 3 — Seus pais
Dia 4 — Seu irmão(ã) (ou parente mais próximo)
Dia 5 — Seus sonhos
Dia 6 — Um estranho
Dia 7 — Seu ex namorado/namorada/ficante/rolo/paquera
Dia 8 — Seu amigo favorito da Internet
Dia 9 — Alguém que você queria conhecer
Dia 10 — Alguém com quem você não conversa tanto quanto gostaria
Dia 11 — Uma pessoa falecida com quem você queria conversar
Dia 12 — A pessoa que você mais odeia / mais te causou sofrimento
Dia 13 — Alguém que você queria que te perdoasse
Dia 14 — Alguém de quem você se afastou
Dia 15 — A pessoa de quem você mais sente falta
Dia 16 — Alguém que não está no seu estado/país
Dia 17 — Alguém da sua infância
Dia 18 — A pessoa que você queria ser
Dia 19 — Alguém que mexe com a sua cabeça (bem ou mal)
Dia 20 — Aquele(a) que partiu seu coração mais duramente
Dia 21 — Alguém que você julgou pela primeira impressão
Dia 22 — Alguém a quem você quer dar uma segunda chance
Dia 23 — A última pessoa que você beijou
Dia 24 — A pessoa a quem você deve sua melhor lembrança
Dia 25 — Alguém que está passando por tempos muito difíceis
Dia 26 — The last person you made a pinky promise to (preciso descobrir essa, rs)
Dia 27 — A pessoa mais amigável que você conheceu por apenas um dia
Dia 28 — Alguém que mudou sua vida
Dia 29 — Aquela pessoa a quem você queria dizer tudo, mas tem medo
Dia 30 — Seu reflexo no espelho

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Agora basta criar a coragem e começar!
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